Rede de Juventude Indígena reúne lideranças em Brasília para fortalecer diálogo

Indígenas em manifestação em Brasília. Foto: Mídia Ninja

Indígenas em manifestação em Brasília. Foto: Mídia Ninja

A Rede de Juventude Indígena (REJUIND) reúne até quinta-feira (12), em Brasília (DF), lideranças indígenas e apoiadores das cinco regiões do Brasil e de países da América Latina para o encontro nacional dos colaboradores da rede.

O objetivo é fazer uma avaliação da trajetória de dez anos da entidade e pensar estratégias para o futuro. A atividade tem o apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), a partir de um projeto voltado para o fortalecimento institucional da REJUIND.

O projeto, que recebeu doação do UNFPA, pretende fortalecer as capacidades da rede para articulação, comunicação e incidência de seus integrantes. O foco é dar continuidade à construção de espaços de diálogo e ampliar a participação de mais jovens indígenas para compor uma rede nacional.

Com isso, será possível gerar propostas consensuais que reflitam as necessidades e desafios das diversas realidades, permitindo o pleno exercícios dos direitos individuais e coletivos.

O evento marca um período de transição do movimento da juventude indígena no país, com a presença de pessoas que marcaram toda a trajetória da REJUIND desde sua fundação, em 2009. Tsitsina Xavante, do Mato Grosso do Sul, é uma das precursoras do movimento, e afirma que o encontro é uma oportunidade de reconhecer os potenciais e trocar experiências.

“Para saber onde estamos e para onde pretendemos ir, é importante entender quem fomos. Esse instrumento institucional pode dar visibilidade para a juventude e combater os desafios que são impostos socialmente e estruturalmente”, afirma Tsitsina, que também é membro do Conselho Consultivo do UNFPA no Brasil.

Fortalecer as atuações das juventudes indígenas nos espaços de tomada de decisões é fundamental para manter vivas a memória cultural e a história dos povos, de acordo com o UNFPA. Outros apoiadores da iniciativa são o Instituto Sócio Ambiental (ISA), o Instituto Sociedade População Natureza (ISPN) e a Comissão Nacional de Juventude Indígena.

 

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MENSAGEM PARA O DOMINGO DO MAR – 08/07/2008

Barco-a-Vela

Celebrando o domingo do mar, somos chamados a recordar os quase 1.200.000 (Um milhão e duzentos mil) marinheiros de várias nacionalidades, que professam uma fé diferente, obrigados a viver num espaço restrito de um navio, separados de seus familiares e de seus amigos, sem poder participar de eventos familiares mais importantes e significativos (Aniversários, formaturas…) e nem de estar presentes nos momentos mais difíceis de suas vidas (doenças, morte…) momentos em que os colocam em duras provas existenciais.

            Com sua profissão, os marinheiros desenvolvem um papel significativo em nossa economia global transportando de um lado ao outro do planeta, 90% dos bens e produtos que utilizamos em nossa vida cotidiana. Por isso, hoje, enquanto rezamos por estas pessoas, onde quer que estejam, queremos expressar nossa gratidão pelo difícil trabalho e cheio de sacrifício que realizam no mundo do mar.

            Alguns obstáculos que as pessoas do mar enfrentam são os seguintes:

NEGAÇÃO DA LICENÇA PARA DESEMBARCAR E DE VISITAR O NAVIO

 

            Com a mecanização e a automação tecnológica, o tempo de atraque do navio no porto se reduziu ao mínimo, por isso a tripulação não tem tempo suficiente para descansar e refazer suas forças. Apesar da existência do Código Internacional para a proteção dos navios e das Instalações Portuárias (ISPS) tenha melhorado a segurança no mar, ao mesmo tempo revelou-se de modo particular as dificuldades para os marinheiros. Em vários Portos, é cada vez mais difícil às tripulações obter a licença para desembarcar em terra firme, por causa da política empresarial e das normas restritivas e discriminatórias impostas pelos governos. A esta situação se acrescenta a negação da licença de entrar nos portos e de visitar os navios aos nossos Capelães e voluntários do Apostolado do Mar para oferecer os serviços espirituais e o apoio material importante e necessário aos marinheiros que chegam nos portos depois de semanas e até meses de viagem.

            Condenamos estes fatos que são contraditórios ao espirito da lei 4.4 da Convenção sobre o trabalho marítimo (MLC) que entrou em vigor no dia 20 de agosto de 2013, com a intenção de melhorar as condições para o bem-estar dos marinheiros. As tripulações não poderiam ser impedidas de sua liberdade para desembarcar dos navios, assim como aos capelães e voluntários não se deveriam negar o direito de poder visitar os navios para prestar seus serviços.

VIOLÊNCIA EM ALTO MAR E A PIRATARIA.

             Mesmo que a realidade tenha melhorado em relação aos anos anteriores queremos convidar a cada um e a todos para que estejam atentos e denunciem à violência no mar, que geralmente está marcada pela pirataria. A principal causa da pirataria está sempre unida à instabilidade política e ao mesmo tempo à indústria da pesca. A pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (IUU) privou a muitos Estados Litorâneos os recursos marítimos e naturais, criando uma situação de extrema pobreza no País, facilitando e possibilitando aos indivíduos e grupos sem escrúpulos e sem ética transformar os pescadores desesperados e sem trabalho em piratas violentos e exploradores.

            Pedimos aos governos e aos proprietários dos navios que coloquem em prática todos os mecanismos necessários para proteger a vida das pessoas no mar e reduzir ao máximo os custos econômicos dos mesmos.

            O abandono de navios com suas tripulações não é um problema novo para a indústria marítima. Segundo um artigo da imprensa, entre os anos de 2012 a 2017 mais de 1.300 marinheiros foram abandonados por diversas razões e causas em portos estrangeiros e em alto mar, longe de suas casas e de seus familiares, muitas vezes sem reserva de alimentos e de combustível para os navios. Uma vez abandonados, os marinheiros se encontram totalmente desamparados, sem alimentação, sem salário e devem se preocupar com sua situação legal e com todas as consequências que disso decorrem, a não ser que sejam auxiliados por uma Organização Humanitária.

            Queremos expressar nossa gratidão sincera a todos os capelães e voluntários dos Centros STELLA MARIS que dos portos de Malta a África do Sul, Do Reino Unido aos Estados Unidos, durante meses, proporcionaram ajuda material, espiritual, legal e psicológica a diferentes tripulações de navios abandonados e de modo especial aos marinheiros e seus familiares quando estavam abandonados.

IMPACTO AMBIENTAL NOS OCEÂNOS E MARES.

            Na Encíclica “Laudato Si” o Papa Francisco afirma: “É urgente e necessário o desenvolvimento de políticas para que os próximos anos a emissão de dióxido de carbono e de outros gases altamente contaminantes seja reduzida drasticamente, por exemplo, substituindo a utilização de combustíveis fósseis e desenvolvendo fontes de energia renovável” (N.26).

            Como qualquer tipo de transporte que utiliza combustíveis fósseis, os navios produzem emissões de dióxido de carbono que contribuem de maneira significativa as mudanças climáticas globais e a acidificação dos oceanos. Além do dióxido de carbono estes navios emitem uma certa quantidade de contaminantes os quais só aumentam o problema.

            Apoiamos os esforços realizados pela Organização Marítima Internacional (OMI) para prevenir e reduzir de forma drástica e significativa a contaminação plástica dos mares e do setor marítimo e toda a luta para diminuir as emissões dos gases de efeito tóxicos nas diferentes épocas produzidas pelos navios e implementar outras normas obrigatórias para o uso de combustíveis limpos no transporte marítimo.

            Por fim, invocamos a NOSSA SENHORA ESTRELA DO MAR, para que proteja com seu manto maternal a todas as pessoas do mar e as guie durante os perigos a um porto seguro.

Cardeal Peter A. Turkson

Presidente do Dicastério do Desenvolvimento Humano Integral

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17 a 24 de Junho 33ª Semana do Migrante em São Paulo


Brasil celebra o Dia do Migrante. Também celebramos o dia do Refugiado hoje  20 de junho para um momento de oração, no qual estamos trazendo diante de Deus nossas dores, esperanças e alegrias. Queremos agradecer às comunidades, agentes de pastoral, casas de acolhidas, que atuam com Migrantes, Imigrantes e Refugiados – A  Igreja de acolhida para quem passa ou chega; é uma Igreja que envia e abençoa os que saem. Todos somos filhos e filhas de Deus, com direito de ir e vir e com direito de ficar
.

A vida é feita de encontros – encontro entre os diferentes. Pessoas de outras culturas, povos, religiões. O Deus da Vida nos acolhe em nossa caminhada. Somos acolhidos por ele e não temos medo de acolher !.

A Semana do Migrante teve inicio em 1986. Neste ano esta sendo realizada em parcerias com Caritas Brasileira  Missão Paz,Imdh, Csem e Centro Zanmi, esta semana  vem em sintonia com a campanha lançada pelo Papa Francisco “ Compartilhe a Viagem , que convoca a igreja a caminhar e a responder aos desafios quanto a acolhida de migrantes e refugiados .

 

A semana teve inicio no dia 17 de Junho com diferentes atividades no Brasil como programas de radio,  missas , seminários. Na cidade de São Paulo no Programa Latinoamerica no Ar da Radio 9 de Julho  foi entrevistada Veridiana Franca da Secretaria do Serviço Pastoral do Migrante , na terça feira no Programa Construindo Cidadania foi entrevistado Miguel Ahumada para falar sobre o significado da Semana do Migrante, outra atividade que marcou presença o Serviço Pastoral do Migrante e Missão Paz foi no lançamento do Relatório Global das Migrações e Refugio da Onu.

Hoje dia 20 a presença no Programa Bem-Vindo Romeiro da Tv Aparecida Padre Antenor Dalla Vecchia da Missão Paz e Roverbal Freire Serviço Pastoral do Migrante

Roteiro de atividades na Cidade de São Paulo :

22 de Junho-5 Dialogos do Cem : Tema Migraçao e Acolhida – a vida feitas de encontro. Rua Glicerio 225 Missão Paz. Horario 14 hrs

Palestrantes : Prof.Dr. Fernando Altemeyer –Puc-Sp. Dr. Renato de Lima Costa .Pr.Batista

24 de Junho:  11h30 Missa dos Migrantes e celebra 23 anos Paróquia Latina que será celebrado com Dom Egito. Rua Glicerio 225

Missa do Migrante e Refugiados  Catedral da Sé. Com Cardeal Arcebispo de São Paulo  Dom Odilo-  SPM,Missão Paz e Càritas Arquidiocesana

Missa do Migrante 10 hrs. Paróquia São João Batista– Brás Avenida Celso Garcia altura do numero 100 Brás

Missa do Migrante Paroquia Santa Cruz de Itaberaba Freguesia do O. Av. Itaberaba 2093.

Dia 30 de Junho a celebração eucarististica na Basilica de Nossa Senhora Aparecida em Aparecida 18hrs. Celebrante Dom Adilson Busin bispo auxiliar de Porto Alegre .

Miguel Ahumada

http://www.miguelImigrante.blogspot.com

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Carta dos participantes do Seminário Internacional de Migrações e Refúgio

Com verbos que indicam o compromisso, a percepção e o horizonte de desafios a serem enfrentados, assim como a beleza das possibilidades de trocas de saberes e experiências, os participantes do Seminário Internacional de Migrações e Refúgio, publicaram nesta quinta-feira (14), a carta que traz uma síntese das experiências compartilhadas pelo grupo, bem como as inquietações e propostas para o fortalecimento da cultura do encontro.

“DENUNCIAMOS a criminalização das migrações, a xenofobia, o racismo, a linguagem discriminatória com estereótipos e preconceitos, alarmismos infundados, o uso e a propagação de informações distorcidas sobre temáticas relacionadas com as migrações e o refúgio e, todas as violações aos direitos humanos de migrantes e refugiados, incluindo o tráfico de pessoas e o trabalho análogo à escravidão”, diz um trecho da carta.

No texto, o grupo destaca ainda o potencial e protagonismo dos migrantes e refugiados. “ACREDITAMOS no potencial pessoal, comunitário e político dos migrantes e refugiados e apostamos no protagonismo criativo e corresponsável na construção de relações interculturais solidárias e de vivências nas comunidades com uma presença e contributo positivo”.

Leia abaixo a carta na íntegra:

 Carta do Seminário Internacional de Migrações e Refúgio: Caminhos para a Cultura do Encontro

Podemos e devemos alimentar nossa esperança nos migrantes

e refugiados. A cultura do encontro inclui o encontro das culturas.

(Cardeal  Tagle)

Nós, reunidos no Seminário Internacional de Migrações e Refúgio, Caminhos para a Cultura do Encontro, de 12 a 14 de junho de 2018, sob a liderança do cardeal Luis Antonio Tagle, presidente da Cáritas Internacional, com a participação de migrantes e refugiados de vários países da África, Europa, Ásia e América Latina, de representantes de pastorais, organismos eclesiais, instituições da sociedade civil, de organizações internacionais e governo tivemos a bênção de construir uma reflexão iluminada para a nossa ação de Igrejas, orientados pelas palavras do papa Francisco para acolher, proteger, promover e integrar os povos que migram ou buscam refúgio em nosso país e no mundo.

ANUNCIAMOS que a presença dos migrantes e refugiados entre nós é uma valiosa oportunidade de desenvolvimento da nossa inteligência cultural de relações inter-religiosas, fundamentais ao nosso amadurecimento enquanto humanidade e comunidade que acredita que somos filhos e filhas de Deus.

ACREDITAMOS que no Brasil, um país constituído e construído historicamente, também, com a participação dos imigrantes, a cultura do encontro se forma, no dia a dia nas relações interpessoais, nas rotinas de trabalho, nas partilhas entre vizinhos, e na solidariedade com o irmão e a irmã, a partir da nossa consciência e paciência afetuosa para entender a cultura do outro e para sermos pontes de solidariedade e integração.

COMPREENDEMOS as características do contexto migratório global e regional, destacando o estado da migração em crise, que requer um trabalho articulado, ágil e oportuno de todas as organizações (Igreja, Sociedade Civil, Estado e Organismos Internacionais).

DESAFIAMOS nossas comunidades religiosas, grupos e entidades ao exercício e vivências interculturais nas várias formas de acolhida aos irmãos e irmãs migrantes e refugiados, com criatividade em promover sua integração efetiva e plena na vida da comunidade.

RECONHECEMOS que em muitas realidades ocorrem falhas e lacunas nos serviços de atendimento e acolhimento, inclusive a falta de informações e orientações adequadas e oportunas, que ampliam a vulnerabilidade social dos migrantes e refugiados e que necessitamos aprimorar.

DENUNCIAMOS a criminalização das migrações, a xenofobia, o racismo, a linguagem discriminatória com estereótipos e preconceitos, alarmismos infundados, o uso e a propagação de informações distorcidas sobre temáticas relacionadas com as migrações e o refúgio e, todas as violações aos direitos humanos de migrantes e refugiados, incluindo o tráfico de pessoas e o trabalho análogo à escravidão.

ACREDITAMOS no potencial pessoal, comunitário e político dos migrantes e refugiados e apostamos no protagonismo criativo e corresponsável na construção de relações interculturais solidárias e de vivências nas comunidades com uma presença e contributo positivo.

ENCORAJAMOS migrantes e refugiados, (crianças, jovens e adultos) a acreditarem em si mesmos, em sua fé e em sua força transformadora e de articulação e organização na busca de seus sonhos e projetos de vida.

EXORTAMOS aos Estados, Igrejas e Sociedade Civil para continuar as reflexões interculturais e inter-religiosas sobre o fenômeno migratório na região da América Latina, gerando análises de contextos que permitam compreender e abordar causas e tendências, e projetar respostas coordenadas entre todos os atores.

Frente a tudo que vimos, ouvimos, sentimos e refletimos, nestes dias, faz-se imprescindível o compromisso pessoal, institucional e coletivo com:

  • a ampliação de iniciativas solidárias de interiorização e integração para migrantes e refugiados, envolvendo as comunidades e dioceses, especialmente frente as demandas do fluxo atual de venezuelanos e venezuelanas no Brasil;
  • o fortalecimento e ampliação de parcerias solidárias e estratégicas das instituições que atuam com migrantes e refugiados no país, para que se fortaleça o trabalho em rede e se multipliquem as oportunidades de formação qualificada para o atendimento dessa população;
  • o reconhecimento das necessidades de atendimento, acolhida, proteção e integração diferenciada para mulheres, crianças, comunidades indígenas e população negra, LGBTQI+, pessoas com deficiência, para a construção e atualização do enfoque de gênero e etnia;
  • a qualificação do atendimento e orientação aos migrantes e refugiados que chegam ao país, através de serviços de apoio socioassistencial, incluindo a colaboração de migrantes e refugiados, que já vivenciaram situações semelhantes;
  • a promoção de capacitações sobre conjuntura nacional e internacional e suas relações com os fluxos migratórios atuais, sobre a história, a cultura e a realidade dos países de origem, transito e destino;
  • o desenvolvimento e fortalecimento de ações de prevenção e enfrentamento ao tráfico humano, com olhar para a vulnerabilidade dos migrantes e refugiados neste contexto;
  • o desenvolvimento de ações de empoderamento e fortalecimento da autonomia de migrantes e refugiados, através da organização e auto-gestão destes;
  • a elaboração e implementação de uma Política Nacional de Migração, orientada nos direitos humanos e no direito de migrar, considerando em sua elaboração a participação da sociedade civil e dos próprios migrantes;

A humanidade que nos caracteriza, conforme nos ensina o cardeal Tagle, é o ponto de encontro que nos irmana e nos conclama a um compromisso de amor e solidariedade contra a globalização da indiferença. Necessitamos de autocrítica e autoexame para renovar as mentalidades e gerar atitudes que promovam a comunhão.

Brasília, 14 de junho de 2018

Participantes do Seminário Internacional de Migrações e Refúgio

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5º DIÁLOGOS NO CEM – Migração e acolhida

Venha participar conosco desse seminário sobre migração, encontros e acolhida. Ou assista pela internet.

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Nova Edição do Boletim VAI VEM do Serviço do Serviço Pastoral dos Migrantes; Ano 30 – Boletim 121

Amigas e amigos de tantas veredas, boa tarde!!!

O Vai Vem, ano 30, boletim 121 ficou pronto.

Acompanhe os destaques:

 Editorial – p. 02

 Seção bíblia – p. 03

O trabalho nosso de cada dia

nos dai hoje

 HISTÓRIAS De VIDA – p. 04

Ir. Sandra, uma artesã do oitavo dia

 VARAL DO MIGRANTE – p. 06

Atividades das equipes locais

 REFLEXÃO – p. 08

Acolhida, encontros e limites

 FIQUE POR DENTRO – P. 09

Redução de empregos, migrações

temporárias e redes sociais de resistência

Fórum social mundial das migrações

2018 – Espaço de encontro

 CULTURA E ARTE – p. 11

Samba Enredo 2018 – Meu Deus,

meu Deus, está extinta a escravidão?

g.r.e.s Paraíso do Tuiuti

 BALAIO – p. 12

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Baixe qui a versão online do VAI VEM Ano 30 – BOLETIM 121

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ROMARIA DO MIGRANTE E DA FAMÍLIA SCALABRINIANA JUNTAMENTE COM O SPM ao SANTUÁRIO NACIONAL DE APARECIDA – SP

ROMARIA DO MIGRANTE E DA FAMÍLIA SCALABRINIANA JUNTAMENTE COM O SPM ao SANTUÁRIO NACIONAL DE APARECIDA – SP

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